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31 de mai de 2012

Lojas Pop-Up

Loja da Adidas em Buenos Aires: uma brincadeira com a caixa de sapatos ícone da marca.

As Lojas Pop-up, também chamadas de Lojas temporárias ou Flash, têm crescido em visibilidade e popularidade nos últimos anos. O intuito é chamar a atenção dos consumidores pela inovação e efemeridade: a loja é lançada com entusiasmo mas desaparece dramaticamente depois de um curto período de tempo. 


Geralmente, há uma coleção especial ou item de edição limitada a ser exposto. O objetivo é criar o senso de urgência no consumidor, para então poder antecipar e avaliar qual é o reconhecimento que a marca tem. O ponto de venda pode ser montado em terrenos alugados, geralmente sob estruturas móveis. O importante é ser bem criativo, o que gera desde grandes instalações - como o espaço lindo acima, feito de caixas de papelão - até fachadas trabalhadas bem detalhadas.

Na primeira imagem, temos o trabalho do designer Asif Khan, que criou o interior da loja Pop-up da Poundshop para o London Design Festival de 2010. Os materiais utilizados são bem inusitados: lenções empoeirados, fios de nylon e tinta branca. Abaixo, outros exemplos de lojas temporárias.

Empresas com grandes nomes costumam ter maiores orçamentos para este tipo de loja, resultando em estruturas surpreendentes. Os contêiners, por exemplo, têm sido uma escolha popular para esta tipologia nos últimos anos. É o caso da rede sueca H&M, que lançou um contêiner de madeira para mostrar sua coleção de verão e o posicionou dentro de um resort.

Lojas H&M e The Silk Bar.

Outra estratégia é utilizar a experiência Pop-up para aumentar o contato com o consumidor. A Tiffany Tuck, loja pop-up da famosa marca de jóias Tiffany & Co., foi posicionada do lado de fora de uma pista de patinação em Londres para vender cupcakes e bebidas. O intuito foi popularizar a marca de uma maneira menos obvia, sem a necessidade de fazer uma loja feita de diamantes. Isso nos mostra que nem sempre um Loja temporária precisa vender exatamente o que se encontram em suas redes de varejo.

 Loja da Tiffanys, vista externa e interna.

Para os arquitetos e designers, fazer um projeto assim é um desafio à criatividade. Mas, ao mesmo tempo, me parece ser um trabalho muito prazeroso pela liberdade de criação. Se bem feito, pode deixar clientes e usuários muito felizes.
Outros exemplos de lojas pop-up inusitadas.

Fonte: Plenty of Colour.
Fotografias via: the fancy, dezeen, hannah dollery creative, decor8, dezeen, we heart e web urbanist.

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